quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Cultura da solidão

Porque é que toda a gente em Lisboa em 2008 quer ser independente e livre, se todos se sentem sozinhos?

Já ninguém está disposto a sacrificar-se por ninguém. Mesmo que alguém esteja disposto a isso, não encontra ninguém que esteja também, então não se pode entregar.

Estamos uns verdadeiros animais. E ainda nos julgamos uma malta muito cosmopolita aqui na capital. Porque deixámos de nos conseguir sacrificar? 

Por não nos terem ensinado? Por já nos sacrificamos suficiente noutras coisas? Por podemos dar-nos ao luxo de não nos sacrificarmos?

7 comentários:

personagemprincipal disse...

Dependendo do que se entende por sacrifício (muito variável), acho que sou das que está disposta. Mas por quem? Quem?

O Homem Terra disse...

Eu sei, tu és das especiais. És mesmo.

No outro dia disseram-me uma coisa que eu costumo dizer às outras pessoas: "quando menos esperares vais encontrá-la". É incrível que quando são os outros a dizer-nos parece mesmo verdade.

Rapazes, a personagemprincipal é daquelas pessoas que vocês sonham encontrar. Onde é que vocês estão?

Aurora disse...

cultutra é de propósito? pu é mais uma blosa das tuas?

O Homem Terra disse...

Bolas, é uma blosa!

Agora já não corrijo.

Digo que é estilo.

O Homem Terra disse...

Oh pa no título fica feio. Vou corrigir.

Aurora disse...

assim está melhor he he
agora é que vi que no meu comentário escrevi pu em vez de ou

blosas e mais blosas....

(e para autenticar este comentário tenho os seguintes caracteres para escrever: finlme. hihihihi)

O Homem Terra disse...

Granda finlme!